<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275</id><updated>2011-11-21T12:20:59.329-02:00</updated><title type='text'>Histórias do que poderia ser</title><subtitle type='html'>Como é viver dia a dia a decepção de ser menos do que poderia ser, e aprender com isso.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-1676977999411294815</id><published>2011-11-21T11:40:00.003-02:00</published><updated>2011-11-21T12:20:59.378-02:00</updated><title type='text'>Sobre como a TAM Linhas Aéreas não estragou meu final de semana.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje eu vou falar de um assunto que quase me irritou bastante neste final de semana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ocorreu na cidade de Saltinho, SP, um evento intitulado "3º Mopar or No Car" na pista de arrancada desta cidade. E por sinal, me consta que este será o último evento realizado nesta pista, que será desativada para a construção de um condomínio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois muito bem. Eu, sabendo do evento, programei minha ida até a cidade de São Paulo, onde encontraria amigos meus que me levariam até a pista de arrancada de carona, comprei as passagens com muita antecedência pela companhia aérea TAM Linhas Aéreas e fiquei tranquilo aguardando o momento do embarque e pelo belo dia de Sol que prometia a previsão do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sai de minha casa, no sábado, por volta das 11 horas da manhã, fui ao shopping cumprir com alguns compromissos, almoçar e depois me dirigi ao aeroporto Governador José Richa, na cidade de Londrina - PR, onde embarcaria para um voo que iria até o Aeroporto Internacional de Guarulhos - SP, num voo com escala em Curitiba - PR.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava tudo indo muito bem, não seria a primeira vez que eu faria este trajeto, mas seria minha primeira experiência com a referida companhia aérea, em outras oportunidades sempre viajei pela GOL.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, como é sempre bom adicionar um pouco de emoção às coisas, nem tudo saiu conforme meu planejamento de mais de um mês. Ao chegar no balcão de check-in e ser atendido pela funcionária Beline recebi a boa-nova de que eu não poderia embarcar pelo motivo de que não constava em minha reserva o indicativo de grau de parentesco "Junior".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bastante contrariado, informei à senhorita que me atendia (e me atendia sempre com um ar bastante pedante, por sinal) que a reserva havia sido feita em meu nome, com a inclusão de meus dados pessoais completos, nome completo, endereço, documentos, telefones, enfim, da forma mais precisa possível, e que não era coerente a existência de um erro tão grosseiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E a despeito de minha fala sempre calma e cadenciada, presenciei atitudes bastante deselegantes de uma funcionária que certamente não estava preparada para lidar com a situação. Fui informado por esta senhora de que este tipo de erro não era raro e que outros passageiros já enfrentaram situação semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, e vendo que não havia possibilidades de manter um colóquio civilizado com a primeira funcionária a me atender, me dirigi ao balcão de vendas de bilhetes da companhia, visando obter uma solução pacífica para a contenda em questão, me dirigi à atendente que na oportunidade estava disponível, mas ela não pode me falar pois foi abruptamente interrompida por uma senhora de nome Fernanda, a qual, de maneira bastante rude e, novamente, pedante, me disse tudo aquilo que já havia sido proferido pela primeira atendente, Beline, sem sequer me dar oportunidade de expor meu lado da situação. E fui informado, ao final da conversa (se é que é possível chamar o embate que travamos de conversa), de que seria necessário aguardar a presença do supervisor, de nome Jessé, que somente compareceria ao serviço após 14 horas (eram 13:30h neste momento), ou seja, não havia no aeroporto de Londrina nenhum funcionário competente para me informar sobre quais procedimentos eu deveria tomar ou qual a solução para o caso exposto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pacientemente aguardei até o horário informado, quando fui recebido pelo senhor Jessé, que, de maneira contundente, me disse que não seria possível que eu embarcasse com a reserva que eu mesmo havia feito e que, se meu desejo fosse o de embarcar, seria mister que eu cancelasse a reserva anterior e efetuasse uma nova compra. Fui informado também que a tarifa havia sido modificada desde a minha compra, e que, por este motivo, eu teria de desembolsar a quantia de 700 reais por apenas um trecho de minha viagem (ressalto, neste ponto, que o valor pago pelos dois trechos - ida e volta - foi de aproximadamente 240 reais).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme já citado, me foi dada a oportunidade de cancelar a compra que eu havia feito (o que se configura em um belo paradoxo, já que não pude viajar, mas poderia reaver parte do dinheiro pago pelos bilhetes - lembro a este ponto de que existe o desconto de um valor referente ao que é chamado de 'taxa de cancelamento' e que corresponde a 50% do valor da tarifa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De posse desta informação, optei por fazer o cancelamento, uma vez que não havia outra alternativa que solucionasse o problema em pauta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E bem, esta foi a parte chata do meu final de semana, que se encerrou por volta das 14:20h de sábado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltei pra casa, ainda bastante chateado e decidido a não mais comparecer ao evento na cidade de Saltinho, quando recebi a sugestão de ir de ônibus. Neste sentido, me organizei rapidamente e fui até a rodoviária de Londrina, onde adquiri passagens para a cidade de Jundiaí, com retorno a partir da cidade de Piracicaba. Viajei contando com o fato de que alguém iria até a rodoviária me buscar, pois este seria o único modo de eu conseguir chegar até o evento. Meu ônibus partiu por volta das 22:15h de sábado e a chegada ocorreria na madrugada de domingo, por volta das 6:15h e eu não havia recebido até o momento a confirmação de que teria carona para chegar a Saltinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tive uma excelente noite de sono a bordo de um ônibus da Viação Garcia, ônibus novo, com banheiro masculino e feminino, poltronas confortáveis e até internet Wi-Fi (a qual estava inoperante no ônibus em que viajei por motivos técnicos, mas nada que me preocupasse pois minha intenção era a de dormir a viagem toda).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desembarquei em Jundiaí por volta das 6:40h de domingo, um horário perfeitamente aceitável, me dirigi ao banheiro pensando nos meus próximos passos, pois até o momento não tinha como chegar de Jundiaí a Saltinho, quando ouvi pela janela o ronco forte de um motor Dodge V8. Não tive dúvidas, corri para fora da rodoviária e avistei o belo Charger do amigo Marcel Costa, do Chrysler Club de Jundiaí, ele havia recebido meu email e cometeu a gentileza de me buscar na rodoviária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos, então, até um posto de gasolina na rodovia dos bandeirantes onde encontramos outros amigos dodgeiros e seguimos em carreata até o local do evento. A viagem foi bastante agradável, havia cerca de 20 Dodges V8 em comboio acompanhados por modelos recentes da marca, como uma Challenger e um Chrysler 300C SRT/8. Próximo à cidade do evento ainda tive o imenso prazer de pegar carona com o amigo Hélio Bertolazzi, num magnífico Charger R/T recém restaurado, que me levou até o local do evento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento em si foi algo que não pode ser descrito em palavras, muitos carros bonitos acelerando forte na pista, amigos reunidos e o papo colocado em dia. O sol brilhou forte em Saltinho e ficamos na pista até cerca de 14h, que foi quando eu peguei carona com o amigo Rafael Zotti até a cidade de Piracicaba, de onde partiria meu ônibus para Londrina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Rafael me deixou no shopping da cidade, andei um pouco por lá e resolvi rumar para a rodoviária, apesar de saber que meu ônibus sairia apenas às 23:55h. Como estava com muito tempo disponível e pouquíssimo dinheiro (uma vez que a reserva que eu havia guardado para levar na viagem foi praticamente toda consumida pela compra das passagens rodoviárias), fui caminhando pela cidade, uma caminhada bastante agradável, apesar do forte sol.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheguei na rodoviária por volta das 17h e aguardei até o horário de partida (confesso que foram horas bastante tediosas). A viagem de volta correu na mais perfeita paz, o ônibus chegou e partiu com precisão alemã e não houve nada que pudesse desabonar a companhia de transporte terrestre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A conclusão que se pode tirar desta história toda é de que, a despeito de todo o estresse ocorrido no sábado, eu pude viajar tranquilamente e aproveitei o evento da melhor maneira possível, mesmo a despeito do péssimo atendimento recebido no aeroporto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, isso levanta uma questão interessante: Eu fui atendido pelos funcionários da TAM Linhas Aéreas como se estivesse recebendo um favor, e não na qualidade de cliente pagante que era. Entretanto, pelos funcionários da Viação Garcia eu fui muito bem recebido, por uma equipe paciente e que soube lidar com meu mau humor decorrente de minha primeira tentativa de viajar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho bastante histórias para contar deste final de semana, que não foi destruído pela TAM.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigado a todos os amigos que me ajudaram nesta empreitada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-1676977999411294815?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/1676977999411294815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2011/11/sobre-como-tam-linhas-aereas-nao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/1676977999411294815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/1676977999411294815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2011/11/sobre-como-tam-linhas-aereas-nao.html' title='Sobre como a TAM Linhas Aéreas não estragou meu final de semana.'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11128106224605106236</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-6367047025097399922</id><published>2011-09-04T18:35:00.001-03:00</published><updated>2011-09-04T18:35:27.620-03:00</updated><title type='text'>As pessoas...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de mais de oito meses de abandono, hoje eu resolvi que é um bom dia para escrever... Não que eu pretenda escrever coisas "boas", mas senti vontade de compartilhar algumas coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve ser de conhecimento geral que a mim não apraz o contato com outras pessoas além daquelas que estão dentro de certos limites que eu considero aceitável, o que faz com que hajam neste planeta poucas pessoas com as quais eu gosto de me relacionar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois muito bem, dito isto, e levando em conta o fato de que é preciso manter relações com pessoas, encontrar pessoas nas ruas, conviver com elas no trânsito, no banco, no trabalho, na faculdade ou onde quer que se vá, posso dizer, de coração, que, pra mim, é uma tarefa bastante enfadonha e complicada realizar as tarefas mais corriqueiras, como fazer compras, pagar contas e outras futilidades do cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A simples presença de muitas pessoas reunidas em um único local, na minha opinião, já se configura em motivo de desgaste mental, uma vez que eu geralmente me concentro muito em várias coisas ao mesmo tempo, acabo sofrendo com o que ouço de conversas de outras pessoas, me decepciono com a mentalidade tão pequena de quem me rodeia e geralmente me estresso com os absurdos que são expelidos por gente em geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas infelizmente eu não consigo ficar livre disso nem enquanto estou na internet, no conforto de meu lar. Na qualidade de leitor assíduo do blog de tecnologia '&lt;a href="http://www.gizmodo.com.br/"&gt;Gizmodo Brasil&lt;/a&gt;', acabei criando a cultura de sempre fazer comentários no blog e, quando possível, estabelecer algumas discussões com comentaristas. O que acontece é que, diferente de tempos atrás, hoje em dia eu já não tenho tanto tempo para fazer comentários neste blog, o que faz com que eu me torne um leitor dos comentários. E confesso que é bastante estressante eu ter que ler os absurdos ditos pelas outras pessoas. Definitivamente eu não sei como alguém pode sobreviver em paz tendo atitudes e pensamentos tão ridículos, preconceituosos ou mesmo ignorantes a respeito de coisas das quais supostamente gostam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E com isso eu não quero dizer que me considere superior ou algo do tipo, muito pelo contrário, eu me considero uma pessoa de muito difícil relacionamento, que tem muita dificuldade em lidar com terceiros e que ainda alimenta em si um desprezo sem tamanho pelas pessoas quando em grupo, o que significa que eu considero, em geral, que lidar com pessoas individualmente seja algo mais interessante - mas isso é assunto pra outro texto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ponto que desejo atingir, com este post, é o de que eu definitivamente não sirvo para eventos onde haja muita gente, pois, invariavelmente, eu estarei irritado em poucos instantes em locais como estes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Chame de misantropia ou como quiser, mas você não me engana, não perde quem desconfia, culpa da nossa tão odiosa natureza humana."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-6367047025097399922?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/6367047025097399922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2011/09/as-pessoas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6367047025097399922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6367047025097399922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2011/09/as-pessoas.html' title='As pessoas...'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-8971288024479470196</id><published>2010-12-12T22:09:00.003-02:00</published><updated>2010-12-12T22:56:46.106-02:00</updated><title type='text'>Desabafo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que o título é auto explicativo, não carece de maiores detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E de qualquer maneira, fico feliz em este ser o meu blog, ou seja, é aqui que eu posso falar as besteiras que me dão na telha sem ficar preocupado com o que os outros vão pensar (quer dizer, isso não significa que eu me preocupe, é só que parece mais engraçado falando desta maneira).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enfim, hoje eu honestamente estou levemente pensativo, não sobre um assunto específico ou sobre eventos recentes, mas na forma como eu conduzo as coisas, meus pensamentos sobre a vida, minha idéia sobre justiça, sobre o que eu considero importante e também nas coisas que eu dou valor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é de hoje que eu noto que meus pensamentos sobre isso tudo que existe é conflitante com tudo que existe por ai. Eu honestamente nunca encontrei alguém que tivesse compartilhado comigo idéias e opiniões sobre as coisas em que me dou ao trabalho de pensar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veja bem (falo comigo mesmo, e talvez com um eventual leitor) eu honestamente aprendi sobre a vida, o universo e tudo mais de uma maneira diferente das outras pessoas. E eu não acho isso uma vantagem, muito menos uma desvantagem. Eu aprendi a não me importar com esta diferença, mas somente lidar com ela da maneira que eu considere mais adequada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é segredo (e eu continuo falando sozinho) que eu honestamente nunca estive de fato preocupado em fazer muitos amigos, em ser popular ou qualquer coisa do gênero, e se houve (e houveram) momentos na minha vida em que eu (aparentemente) estive cercado de 'amigos' com muita gente querendo me ver e essas coisas todas, foi por ocasião de fatos que eu não intentei provocar, mas que se desencadearam em função da forma como eu escolhi levar a vida desde a mais tenra infância.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, estes momentos supracitados evidentemente são muito escassos, de sorte que na maior parte do tempo eu estou sozinho, não fisicamente, mas nas idéias, na cabeça. É assim que eu encaro as coisas, principalmente por já ter sofrido muito tentando compartilhar uma opinião ou expor meus pensamentos. Todos eles são amorfos e tendem a passar uma idéia errada dos meus propósitos ou desejos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas infelizmente (e devo dizer que lamento muito isso) não é sempre que eu consigo isolar meus pensamentos e minhas idéias do mundo exterior. E se há algo que eu aprendi nessa vida, é a defender minhas idéias, pelos meios que se fizerem necessários. E quando eu tenho uma idéia ou uma crença, pode acreditar, ela está embasada em algo sólido e grande, seja por meio de incansáveis estudos ou ainda pelo exercício da repetição dos atos e momentos em questão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então veja, se eu defendo alguma coisa de maneira ferrenha, se eu 'brigo' por alguma coisa, seja ela o que for, há por trás disso alguma razão maior do que o simples momento. Há experiência, há frustrações, há descobertas, há paixão (sim, eu defendo tudo que acredito com paixão, se eu faço uma coisa, a faço com dedicação e paixão, e procuro levar a cabo os projetos que iniciei - apesar de ter idealizado tantos outros que sequer puderam ser iniciados).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou fazer um parênteses neste ponto para contar uma história, que data de quando eu ainda não sabia que estava vivo, que não sabia o significado das coisas, mas que marcou muito minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Era verão, não sei o ano, não sei nada, a não ser que estávamos no dia fatídico meus pais eu e meu irmão (sequer me lembro se o caçula havia nascido). Mas estávamos lá, em férias, numa represa em Furnas, fazendo coisas de que não me lembro pelo simples fato de só ter na memória a história que relato, que por sinal é a memória mais antiga que preservo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O fato é que estávamos na beira da represa, havia uma espécie de muro de contenção, uma barreira de pedras e terra que era parte da barragem. A única lembrança que tenho era que estávamos meus pais e eu nesta barragem fatídica, meu pai mergulhou, eu era muito criança, estava com minha mãe na margem, apenas os pés molhados. Meu pai voltou do mergulho (ele era atleta, além de ter um trabalho braçal na época, o que fazia com que fosse muito forte, ainda mais para mim, em tão tenra idade) com uma pedra na mão. Era pequena, do tamanho aproximado de uma bola de gude, e numa forma que se aproximava de um cubo, muito tosco (não consigo esquecer daquela textura, apesar da distância que me separa dos eventos). Meu pai deu pra minha mãe a tal pedra, branca, provavelmente de mármore ou algo do gênero, e eu lembro que ela ficou bastante feliz, e ela me deu a pedra nas mãos, pra eu ver. Num gesto idiota e inexplicável (mas que eu honestamente não lembro de ter decidido fazer) eu atirei a tal pedra de volta para a água, o mais longe que eu consegui - o que provavelmente não era muito, mas devido à natureza da barragem, de parede íngreme, fez com que o resgate fosse impossível. Nunca consegui tirar da cabeça a lembrança da expressão da minha mãe, ao ver eu jogar fora o presente que ela havia acabado de receber. Um presente que fora trazido do fundo da represa pelo meu pai, e que aparentemente não possuía o menor valor, mas que representava (e hoje eu tenho este juízo formado) muito mais do que uma simples pedra, carregava também sentimentos muito maiores do que o valor em questão. E de acordo com o que consigo puxar da memória, esta foi a primeira ocasião em que deixei meus pais sinceramente frustrados. À época eu não entendia a importância de tão simples presente. Mas desde então eu aprendi a dar valor nas coisas, mais do que elas custam. Meu desejo é que outras pessoas aprendam este valor. Infelizmente isso é inviável.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terminado o parênteses feito para trazer à luz uma história que nunca contei a ninguém, quero retornar ao escopo deste texto, e se existe um, ele é o de me explicar. Tudo que acontece, acontece com um propósito, uma razão. E assim são minhas atitudes, nada do que eu faço eu o faço ao sabor de sentimentos momentâneos. Há por trás de cada passo, de cada ação, um evento anterior que a motivou, que me faz agir da maneira como faço. Então, antes de fazer juízo sobre qualquer das minhas atitudes, siga o que diz o ET Bilu: Busque conhecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É isso, hoje, depois de quase um ano afastado do meu blog, resolvi ressuscitar este moribundo espaço para resmungar um pouco mais sobre minhas 'peculiaridades'.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, se você acha que não vale a pena ter por perto alguém tão 'excêntrico' quanto eu. Fico feliz em anunciar que minha preocupação não é o que você pensa ou sente a meu respeito, mas tão somente levar as coisas à maneira que considero mais adequada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As coisas são simples, e qualquer pessoa que lance sobre mim um olhar sincero e puro, vai perceber que as respostas pras coisas mais absurdas que existem, tem no fundo alguma história que lhe dê sustentação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou deixar uma letra do grande Dominguinhos, que eu gosto muito, afinal, como já disse Korn, 'a música te entende':&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;"Mas como eu não tenho ninguém&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Eu levo a vida assim tão só"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-8971288024479470196?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/8971288024479470196/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/12/desabafo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8971288024479470196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8971288024479470196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/12/desabafo.html' title='Desabafo'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-2519296392737004081</id><published>2010-02-17T19:00:00.002-02:00</published><updated>2010-02-17T19:30:38.682-02:00</updated><title type='text'>Inspiração</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;As vezes me dá uma vontade grande de escrever alguma coisa só pela emoção de haver produzido mais um texto, mas me falta alguma coisa... É como se as linhas em branco estivessem me dizendo: Hoje não seremos preenchidas, não há nada a dizer. Mas eu sempre imagino que alguma coisa pode ser dita, mesmo me considerando muito mais eloquente quando estou em silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Eu sei que muitos dos meus textos são produzidos no calor de alguma agitação momentânea causada por um evento externo ou por uma nova onda de pensamentos, mas se eu acho que o silêncio diz tanto, que motivos me impedem de escrever quando me encontro com o espírito repousado?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;É claro que quase sempre a inspiração é fruto de algum movimento exterior que provoca uma mudança interna, mas a quietude e a constância também precisam de voz. Hoje o que me compete dizer é que para além das explosões e críticas que construo, há um lugar em mim onde as águas são tranquilas e onde minha mente tempestuosa encontra repouso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Por muitas vezes tenho vociferado contra coisas ou instituições que considero contrárias as sólidas bases onde apoio meus pensamentos, e muitas vezes também me vi obrigado a corrigir minhas posturas, afinal, voltar atrás, em diversos casos, significa desistir do erro e querer mudar de direção, fazer o certo, e tal atitude revela um espírito que aceita a disciplina e procura não se tornar rígido - inflexível quebra fácil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Hoje não quero trazer nenhum fato intrigante da história nem questionar nenhuma teoria ou ponto de vista. Hoje só quero me lembrar que nem só de tempestades se constroem pensamentos e idéias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-2519296392737004081?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/2519296392737004081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/02/inspiracao.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/2519296392737004081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/2519296392737004081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/02/inspiracao.html' title='Inspiração'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-1520731826087966667</id><published>2010-02-04T22:04:00.003-02:00</published><updated>2010-02-04T22:50:14.708-02:00</updated><title type='text'>Então é Natal! E carnaval, e páscoa, etc... E dai?</title><content type='html'>Não, não estou aqui pra falar do natal, de como a cidade fica iluminada, de como existe uma sensação de alegria, um ar diferente no ar, até pelo fato de toda esta história ter passado, mas hoje tive vivos em minha mente pensamentos a respeito desta e de outras datas importantes ao nosso calendário ocidental (pois judeus, chineses, muçulmanos e alguns outros povos não seguem nosso calendário de 2009 anos - que, por sinal, começou a ser contado do um, e não do zero, pelo que se passaram 2009 anos de seu dito início e estamos supostamente no ano de 2010).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avançar rápido dos anos, combinado com o mais rápido avançar de meu amadurecimento intelectual, tem me colocado frente a frente com fatos que me eram tão ignorados na minha infância quanto mal posso pensar em quão tristes são. E não gosto de pensar que muitas pessoas sequer dão importância a estes fatos, parece, para mim, que em todo o mundo eu sou o único que se importa com eles, que pensa, que escreve, que debate em seu interior sobre sua importância ou veracidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada segundo que passa, a cada instante que observo o frio caminhar do tempo, que se arrasta em seu rítmo que supostamente conhecemos, mas que o faz de modos diferentes pra diferentes expectadores em diversos lugares, percebo que, pouco a pouco, muralhas de antigos sofismas são desfeitas em minha mente, por intermédio das incessantes leituras que executo sempre que tenho oportunidade (e tenho sido agraciado por muitas oportunidades, nas últimas três semanas devorei quatro maravilhosas obras, que talvez compartilhe no futuro com meus leitores). A leitura é minha fuga deste mundo, e me faz querer cada vez mais estar fora dele, de seus laços e levar comigo tantas pessoas quanto eu consiga liberar e carregar comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao escopo da mensagem, após fazer os rodeios que sempre acompanham tudo que escrevo, frutos de uma necessidade interna de justificar todos os atos que pratico, gostaria de escrever algumas linhas sobre nosso calendário, principalmente no que se refere às nossas datas comemorativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nossos amados feriados, que com tanta estima e anseio esperamos, desejando um merecido descanso para o dia a dia tão fadigante que vivemos, consoante posso observar, é, em sua quase totalidade, fruto de datas comemorativas pagãs, algumas vezes travestidas, outras vezes, escancaradas. Questiono, dentro de mim mesmo, se nosso calendário é de fato Cristão, e sempre obtenho a mesma resposta após praticar minha costumeira dialética: Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu fico profundamente magoado ao ver que, por intermédio de melindrosos meios, forças encaminharam o curso dos eventos de forma que cada dia de nosso calendário fosse designado a um propósito muito escuso, o qual sequer tenho estômago para discutir no atual momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemos a alguns fatos, já que meu interesse nem de longe é a exaustão do assunto: falarei de algumas datas que fazem parte de nosso dia a dia e que, para meu desalento, têm suas raizes nos mais antigos ritos e tradições pagãs que se pode imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal, data que foi citada em meu primeiro parágrafo, por exemplo, deveria simbolizar, teóricamente, o nascimento do Filho de Deus, o próprio Cristo, que veio ao mundo trazer sua mensagem de amor e tolerância, sua palavra de salvação e misericórdia. A própria decisão de se tomar uma data como simbólica de seu nascimento pode ser facilmente combatida com argumentos tão simples que qualquer criança poderia os articular, pelo que não os comentarei. Faço, portanto, uma pausa exatamente na escolha particular da data em que é celebrado, mesmo por muitas culturas que não acreditam em Cristo como o Filho do Deus vivo, enviado em favor dos que o aceitaram. Aposto um vintém que ninguém dentre meus leitores jamais se perguntou "Mas o que levou à escolha do dia vinte e cinco de dezembro?". Pois bem, esta data em particular, que antes de o cristianismo ascender como religião preferida em Roma, era largamente utilizada por pagãos como data cativa e dedicada ao nascimento do deus-sol invencível, foi escolhida de modo a amenizar as diferenças que pudessem existir entre estes e os Cristãos, apoiados pela simpatia de vários cezares, que dedicaram muitos favores a estes, após alguns séculos de perseguição, e que precisavam encontrar meios de fazer com que os antigos pagãos sentissem simpatia pela nova crença imposta pelo Estado. A seguir, temos a arvore de natal e os presentes, tradições muito antigas que remetem aos paises escandinavos, e a antigas histórias de apostasia originadas por rebeldes pré Cristãos que se desviaram dos caminhos do povo de Israel e se enveredou por caminhos heréticos. A escolha do pinheiro foi baseada em questões práticas, não vou discutir. E os presentes são oriundos dos escandinavos, que atribuiam a um de seus deuses, Odin, a incumbência de distribuir entre os seus presentes. Por sua vez, as guirlandas são obviamente um símbolo do mais puro paganismo, e são como portas de entradas para divindades, razão pela qual são colocadas nas portas, além de vários deuses egípicos a ostentarem em suas cabeças. As velas, por sua vez, tem relação também com o deus sol, uma forma de mante-lo vivo, as velas foram com o tempo substituidas pelas luzes elétricas dos pisca-pisca, que têm o mesmo efeito. Só pra finalizar, contemplando os mais famosos símbolos de Natal, sem falar muito da origem do papai noel que está em Nicolau, queria por fim falar sobre o presépio, que muitos consideram a única alusão a Jesus, que é, na verdade, um templo de adoração ao deus Baal, ou Beliel, o mesmo adorado por meio dos obeliscos, símbolos tão conhecidos do paganismo, e muito presente em tantas construções católicas. Desta forma, temos que o presépio nada mais é do que um altar dedicado a esta divindade, um símbolo travestido de idolatria. Todos os anos, a celebração católica romana do natal no Brasil (quanta contradição na mesma frase, não?) é celebrada diante de um presépio com símbolos babilônicos (heréticos) de adoração ao deus Baal, e que nada tem a ver com o Evangelho genuíno trazido por Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me alonguei demais falando só sobre o Natal, poderia falar ainda da páscoa, do carnaval, de Corpus Cristi (se é assim que se escreve) (Corpus Cristi este que é a celebração mais ridícula desta civilização, realizado em adoração a uma bolacha...). Há muitos outros exemplos, os católicos romanos fizeram o favor de criar 'santos' para cada um dos dias do ano, o que nos deixa numa sinuca de bico, e que demandaria muito tempo para serem analisados convenientemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E meu interesse hoje é só deixar um alerta, para que estejamos atentos às comemorações existentes, e para que não caiamos nos laços sutis de quem deseja nos roubar, matar e destruir. Ainda há tempo, a verdade trás liberdade, eu tenho me libertado a cada dia, desejo o mesmo para quem quer que leia minhas palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me desculpo antecipadamente por quaisquer deslizes de meu portugês, estou enferrujado e não revisei o texto depois de pronto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrem-se: Roma nunca muda!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-1520731826087966667?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/1520731826087966667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/02/entao-e-natal-e-carnaval-e-pascoa-etc-e.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/1520731826087966667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/1520731826087966667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2010/02/entao-e-natal-e-carnaval-e-pascoa-etc-e.html' title='Então é Natal! E carnaval, e páscoa, etc... E dai?'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-6240853814825698988</id><published>2009-11-17T21:44:00.002-02:00</published><updated>2009-11-17T21:56:05.120-02:00</updated><title type='text'>Cristianismo?</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eu sempre aprendi a fundamentar minhas críticas, pois nunca pretendi ofender a integridade ou a imagem de ninguém gratuitamente. E este desejo, de não cometer injustiças contra quem quer que seja me leva sempre a buscar tantas informações quantas forem possíveis sobre os assuntos que desejo abordar, principalmente quando o escopo de qualquer texto seja uma crítica forte ao que quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse sentido, estive por algum tempo pesquisando, como já fiz em outras épocas, quando me interessei pelas Guerras Mundiais. Mas atualmente tenho buscado algum referencial teórico pra embasar as teorias que pretendo sustentar no meu trabalho de conclusão de curso. Acredito que nem todas as três pessoas que freqüentam este blog conheçam a temática deste trabalho, onde me aproveito da brecha criada em meu curso para o estudo da história para tentar provar, com base em documentos, que a Igreja Católica sempre foi uma instituição com razões escusas de existir, e que nunca houve nesta nenhum rastro de cristianismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto cristão, me chateia bastante ver como a 'Santa' Igreja vem denegrindo a imagem tanto de Cristo quanto de seu legado, a palavra que Ele nos deixou. E é esta minha motivação: Tentar abrir os olhos das pessoas para estes fatos que são desconhecidos de muitos. E hoje estou escrevendo com este propósito - trazer, em linhas gerais, minhas razões e o que tomarei de base para compilar meu TCC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho pensado bastante sobre qual linha seguirei, acredito que trabalhando de modo a confrontar as atitudes do catolicismo romano em face do que diz a bíblia, conseguirei algum sucesso na minha jornada. E pra isso é necessário que o leitor compreenda um fato simples: A Igreja Católica Apostólica Romana usurpou e continua usurpando do Ministério de Cristo para perpetuar o império romano, sem ter absolutamente nenhuma preocupação com o que de fato representa o Ministério de Cristo, que, de acordo com a Bíblia, o único registro fidedigno deste, é um ministério de amor e paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, como dizer que é de paz uma Igreja que, por mais de um milênio, torturou, queimou e mutilou dezenas de milhões de pessoas em toda a Europa? O fato é que, como já discuti anteriormente, a Igreja Católica Romana foi uma arma que surgiu apenas para cumprir, a princípio, dois objetivos simples: primeiro o de conter o crescimento do evangelho e do cristianismo, que vinham se propagando de forma espantosa por todo o império, o que afrontava fortemente a cultura pagã da civilização greco-romana; depois, o catolicismo surge como meio de estender o domínio dos romanos, que se encontrava em decadência e precisava recuperar sua hegemonia, no que foram extremamente bem sucedidos, consoante nos mostra a própria história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja que em nenhum destes objetivos se encaixa a pregação do&lt;br /&gt;Evangelho da paz que Cristo nos trouxe. Ele mesmo disse: "Eu vim para que tenham vida, e vida em abundância". Não consigo encontrar ligação entre as palavras do Salvador e o que foi feito pelos católicos romanos desde o surgimento da Igreja Católica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de estabelecido o 'cristianismo' como religião oficial do estado, os romanos, que já vinham de matar cristãos no coliseu como uma forma de entretenimento, passaram agora a cometer uma nova forma de matança, dos supostos hereges e bruxas, que sequer tinham definições estabelecidas, de sorte que era possível que cada inquisitor definisse da forma mais conveniente qual seria o conceito de heresia e bruxaria, defendendo, inegavelmente, os interesses políticos dominantes, escolhendo estes ou aqueles inimigos ao sabor das demandas do império, travestido de religião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome de Deus, milhões de pessoas foram assassinadas, perseguidas, torturadas, em nome de Cristo, as pessoas viviam amedrontadas, vigiando cada passo, pois, na inquisição, a mais leve suspeita era marca patente de culpa, sem direito a apelação ou defesa. Veja aqui outro ponto interessante: Eles matavam pessoas em nome de Cristo, enquanto o próprio Cristo já dizia que seu ministério é de paz, e que ele veio trazer a vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Igreja Católica sempre foi uma forma travestida de paganismo e ocultismo, através da qual muitas obras demoníacas foram levadas a cabo, homens e mulheres eram oferecidos como sacrifícios, queimados nas fogueiras após maquiavélicas sessões da mais cruel tortura. Entenda, leitor, que tortura e sacrifício humano no fogo sempre foram características tanto da magia negra quanto da magia branca, e que quanto maior o sofrimento na tortura e na morte, maior o sucesso nestas empreitadas nefastas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra questão muito pertinente sobre o catolicismo romano emana do celibato. O celibato, ou abstinência de sexo, que não existia no princípio do catolicismo, mas que foi implantado após alguns séculos, foi outra forma de manifestar a perversidade e a sujidão desta igreja. Os padres, bispos e outros celibatários tinham seus desejos sexuais naturais suprimidos, o que gerava graves desvios de personalidade e transgressões tão pervertidas que sequer consigo transcrevê-las. Resultado desta perversão e abominação foi uma incontrolável obsessão sexual que resultou na morte de incontáveis mulheres na época da inquisição, mulheres que, nesta época, viviam amedrontadas face à ameaça dessa sombria instituição. Os padres dentro de seus confessionários ameaçavam com a inquisição mulheres que se negassem a coabitar com eles, o que fazia com que muitas sucumbissem a tal pedido, sabendo que a acusação nesta época era certeza de culpa. As humilhações a que as mulheres eram submetidas beiram o impensável: estupros sádicos, exposição pública, mutilações sem fim à busca da 'marca do diabo', que supostamente existia em todas as ditas bruxas, entre outras mais de crueldade igual ou superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste ponto se faz necessário um parêntese muito importante. Hoje o celibato ainda é uma base no catolicismo, os 'religiosos' se mantém (teoricamente) afastados de relações sexuais, supostamente para 'aumentar a santidade', mas os frutos que vemos são bem diversos da santidade pretendida: nos nossos dias muitos padres têm sido pegos na pedofilia, sem contar os padres que são pais e os que têm, à sorrelfa, mulher e 'família'. A questão é bem simples: por que a igreja católica romana não entrega às autoridades os padres e religiosos acusados de crimes como pedofilia? O que leva a igreja a não excomungar tais transgressores? A resposta é tão suja que me causa náuseas. O motivo pelo qual a igreja não expurga estes indivíduos é que tal expurgo seria ruim para a sua imagem, a igreja católica romana não deseja ver sua 'boa' imagem denegrida por acusações de pedofilia, prefere, ao invés disso, transferir para outras localidades tais padres, onde eles podem até ter novamente contato com crianças pequenas, de sorte que não raro há reincidências em casos como estes. Mais vale preservar a 'boa imagem' do que os bons costumes ou o amor pregado por Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu desejo com este texto não é a violência gratuita contra o catolicismo romano, é apenas trazer à luz fatos que são desconhecidos de muitos. Apesar de ser fácil enveredar por este caminho, eu desaconselho fortemente o ódio e o julgamento e ressalto: meu interesse é unicamente dar a você, leitor, meios para compreender como, por diversos séculos, o catolicismo vem enganando as famílias e roubando nossa fé, distorcendo o Evangelho de Cristo e arrastando milhares de vidas para o abismo, donde certamente emana a direção de tal igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros escritos para dirigirem a inquisição têm questões bastante interessantes sobre estes temas, livros donde podemos extrair a verdadeira face da religião católica romana, além de compreender a natureza satânica de suas obras. Uma interessante e que merece citação, mesmo que superficial, neste texto é o 'O Martelo das Feiticeiras' (Malleus Maleficarum - no original). Tal bula, que serviu de base para julgamentos, torturas e assassinatos, foi escrita e assinada no ano de 1484 pelo papa Inocêncio VIII. Nesta obra são relatados detalhes de como procediam os inquisitores e a crueldade das acusações e punições a que as pessoas estavam sujeitas, principalmente as mulheres, neste que foi o ápice da caça às bruxas, fruto podre de várias gerações de 'religiosos' celibatários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste texto, é possível ver retratadas com riqueza de detalhes questões muito pervertidas sobre sexo e bruxaria, é notável como em alguns trechos a bula papal se aproxima de um livro de pornografias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão em inglês desta bula pode ser lida no site http://www.malleusmaleficarum.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou me perder colocando pormenores encontrados neste livro por ter eu o propósito único de alertar e não de expor o lixo que se encontra neste texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, já disse isso outras vezes, mas vou repetir, não custa. Todos os meus três leitores conhecem bem a natureza de meu ódio contra as obras do catolicismo romano e de como eu abomino a existência de tal religião. Este texto vem de encontro a essa necessidade que tinha de deixar um aviso a quem interessar possa: O catolicismo romano é uma forma pervertida e travestida de ocultismo e paganismo, de sorte que encontramos vários símbolos pagãos em igrejas e no Vaticano, temas estes que poderão ser abordados numa análise futura, quando pretendo comentar sobre como a Igreja Católica Romana age nos nossos dias, reiterando suas posições e crenças malignas, prova de que o que os próprios romanos dizem de si mesmos é verdade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roma nunca muda!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[fonte: http://www.espada.eti.br/n1676.asp e http://www.espada.eti.br/n1676b.asp]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-6240853814825698988?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/6240853814825698988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/11/cristianismo.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6240853814825698988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6240853814825698988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/11/cristianismo.html' title='Cristianismo?'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-6692873975406479387</id><published>2009-11-12T23:39:00.000-02:00</published><updated>2009-11-12T23:41:42.777-02:00</updated><title type='text'>Pra não dizer que não falei das flores</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Qualquer pessoa que tenha lido este blog sabe, eu adoro reclamar, reclamo mesmo, do que acho injusto, do que sei que é errado, de gente ignorante, reclamo de alguns professores, reclamo do trabalho, da faculdade, de posições estúpidas que vejo muita gente tomar por conta de não ter curiosidade, etc... É praticamente só reclamação por aqui.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Mas hoje resolvi que não vou reclamar, afinal, quando alguma coisa boa acontece, é justo dizer que foi bom e que o resultado foi agradável. Pois bem, qualquer pessoa que me conheça sabe também que, além de reclamar bastante, eu sou muito chato, pego no pé de todo mundo pois considero que gentileza não faz mal a ninguém, muito pelo contrário. Eu sou muito educado, modéstia à parte, conheço bem as mais variadas formas de gentileza e sei bem como tratar a qualquer pessoa, independente de quem seja, com a maior distinção e hospitalidade, pelo que exijo ser tratado da mesma forma e, sempre que possível, tento ensinar&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;pessoas a terem boas maneiras e tratarem com fineza o próximo.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;É engraçado isso, pois esta é uma característica muito minha, eu cobro das pessoas que me digam bom dia, por favor, com licença e essas coisas que brasileiro parece desconhecer... Algumas pessoas inclusive me advertem sobre isso, dizendo que não é educado ensinar boas maneiras às pessoas, que ninguém nunca vai aprender, que não existem mais cavalheiros e essas coisas todas que eu não acredito nunca. Afinal, como se muda o mundo? Eu não posso obrigar todo mundo a ser educado, mas posso constranger as pessoas a serem, agir de modo a deixá-las desconfortáveis pela falta de gentileza, ou ainda, se tiver mais liberdade, posso até dizer ‘você não disse bom dia!’ ou algo que o valha.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Este caráter pedagógico de minha fala, pra muita gente, parece perda de tempo ‘ninguém nunca vai aprender assim, as pessoas não vão mudar’ me dizem, mas eu penso o contrário, eu semeio gentileza, procuro sempre incomodar o menos possível as pessoas e ainda mostrar pra elas que um sorriso no rosto torna o dia mais belo e que um bom dia pode abrir várias portas. Não posso me dar ao luxo de desistir desta semeadura, pois considero que tornar alguém gentil é como plantar um campo, é preciso paciência e persistência, é preciso acreditar na semente e acreditar que ela vai brotar, mesmo que o terreno seja espinhoso, pedregoso, seco ou o que seja. Nem todas as sementes caem em boa terra, algumas nascem mas logo morrem, não foram regadas, estavam em terreno ruim. Mas eu aprendi uma coisa muito interessante sobre semeadura, que serve pra minha vida toda, que serve, considero eu, pra vida de todo mundo. Eu aprendi que semear é um ato necessário, que todo o tempo estamos plantando coisas, e os frutos que vamos colher dependem exclusivamente da nossa semente e ainda da persistência que temos em semear, não adianta ter uma ótima semente guardada, e muito menos semear péssimas sementes. Aprendi, ainda, que, como dito, nem todas as sementes vão germinar. E isso devo ao maior semeador que existe, Ele me mostrou como é dura a semeadura, como é difícil encontrar terra boa, onde não hajam espinhos que sufoquem a semente, onde não hajam corvos que roubem a semente, onde não hajam pedras. Este semeador é Deus, que, na bíblia, através da palavra de Cristo, na parábola do semeador, vai sempre semeando, semeia à beira do caminho, lança sementes que caem na maior diversidade de terrenos, até que uma, dentre muitas, encontra solo fértil onde produz frutos que podem produzir a 100 por 1.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Essa sementinha, seja de gentileza, seja uma sementinha de ortografia num vocabulário pobre, seja qual for, merece ser semeada. Pergunte-se se você tem feito a sua parte ou se apenas aguarda que aconteça alguma coisa pra mudar o que existe, se está na inércia ou se age. Meu maior orgulho é ver as sementes brotando. Uma vez alguém me disse “me lembrei de você hoje, fui pedir uma informação e disse ‘bom dia’ como você havia me dito ontem”. Fiquei muito orgulhoso mesmo, sempre fico, e, pra minha alegria, esse é apenas um de muitos exemplos que tenho.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Enfim, pra quem está acostumado a me ver só reclamando, hoje estou reconfortado, apesar de saber que isso é só a ponta do iceberg e que muito precisa ser feito pra eu ver alguma mudança significativa, mas agora tenho os indícios de que é possível, eu ouso acreditar que é possível mudar o mundo, e é isso que eu quero e vou fazer. E quem quiser mudar alguma coisa também, faça como eu faço, contribua positivamente, plante gentileza, plante amizade, honestidade e companheirismo. Não deixe ninguém te julgar sem te conhecer, te rotular sempre vai ser mais fácil do que tentar te conhecer, mas o que vale é conhecer.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Vou ousar dizer que isso não é nem fácil nem simples, pelo contrário. Mas ‘o caminho que escolhi é o estreito, até parece duro e espinhoso, mas é reto e perfeito’ e ‘ninguém me encontrará entre os fracos’.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify;"&gt;Hoje, pra concluir, se eu puder deixar uma mensagem positiva neste blog, depois de tanta reclamação (e não pensem que acabaram, só dei uma pausa), a mensagem é essa: Semeie a gentileza: os frutos serão, sem dúvida, muito agradáveis pra você e pra todo mundo que vive com você.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;[melodrama mode off]&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-6692873975406479387?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/6692873975406479387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/11/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6692873975406479387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6692873975406479387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/11/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores.html' title='Pra não dizer que não falei das flores'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-7766124682292515759</id><published>2009-10-28T22:49:00.003-02:00</published><updated>2009-10-28T23:38:56.544-02:00</updated><title type='text'>Jurassic Park</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olha, eu tenho um quilo de textos escritos esperando para serem publicados, mas hoje, pra variar, eu vou escrever pois estou com raiva e quero externar isso que eu to sentindo. Tá difícil até de manter o nível do português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, vamos aos fatos: Primeiro o já sabido - Eu ABOMINO a Igreja Católica, mais do que a qualquer outra instituição ou organização. Por motivos muito claros e explícitos, já abordados neste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, isto posto, o motivo de minha raiva é: Hoje foi anúnciada a descoberta de um fóssil de mosquito preservado em seiva de alguma árvore, com data de aproximadamente 100 milhões de anos, nada muito excepcional numa primeira abordagem, pra constar, o mosquitinho tem três olhos, dois chifres abaixo dos olhos, pernas longas, mandíbulas pequenas, dizem os especialistas que era herbívoro, principalmente pelos vestígios de pólem nas longas pernas.&lt;br /&gt;Ai você se pergunta: Que raios tem a ver o mosquito na resina e a igreja católica? Não poderia ser mais simples: Esta instituição de idiotas, fundada por Teodósio I aproximadamente no ano de 381 depois de Cristo, por mais de 1600 anos vem minando a inteligência dos homens e contaminando todo o mundo, como um virus, travestido de Cristianismo, mas que nem de longe se parece com o que Jesus, o Cristo, ensinou e deixou registrado por seus apóstolos no novo testamento, nem muito menos se assemelha à visão de mundo apresentada pelo Velho Testamento, onde os profetas, ao registrar a história do povo Judeu, registrava também suas crenças e o modo como seu Deus lhes falava e agia.&lt;br /&gt;Devido a todos estes anos de escravidão de uma doutrina pobre, hoje nossa sociedade tem uma visão extremamente distorcida de quem seja Deus e de como ele, através da Bíblia, descreve a sua criação, de maneira poetizada e claramente evidenciando a óbvia ignorância de seus escritores sobre os pormenores da criação que hoje conhecemos, pois é óbvio que os profetas, devido a total ausência de estudos, jamais poderiam escreverem sobre física, biologia e afins. Apesar dessa ignorância toda, a Bíblia é bem coesa ao explicar a existência das coisas, evidente na ordenação da criação das formas de vida e em momentos contundentes, como, por exemplo, o fato de ser a terra redonda, fato que, por pelo menos 1000 anos, foi abertamente negado pela Igreja, que perseguiu e matou quem se opusesse ao pensamento de um planeta plano.&lt;br /&gt;Dai, voltando ao mosquito, me vem um idiota (IDIOTA mesmo, é que não dá pra gritar aqui) e diz 'a Bíblia fala que a terra tem 10.000 anos, então não foi Deus quem criou esse mosquito). Puxa que partiu, tinha me acalmado, mas diante de uma IDIOTISSE dessas, já foi tudo às favas. Queria poder ver tal babaca me mostrar onde, na Bíblia, há alguma referência à idade deste planeta, estimada em alguns bilhões de anos.&lt;br /&gt;Sinceramente, acho que a fé é algo individual e cada um acredita naquilo que está de acordo com seu nível de intelecto, e que ninguém deva ter a mesma visão que eu tenho sobre a criação e a existência de vida. Mas também não posso aceitar uma visão tão medíocre quanto a exposta. Oras, será que ninguém disse pra este bitolado que a Bíblia e o velho testamento são visões poéticas da criação, que elas se permeiam com a história do povo judeu e etc.?&lt;br /&gt;Se, na Bíblia mesmo, consta que, para Deus, um dia é como mil anos, e que mil anos são como um dia, como eu vou poder dizer se Deus demorou mesmo um período de seis dias de 24 horas para criar tudo que existe? Primeiro é preciso saber uma coisa simples: Deus criou o universo e tudo que existe nele, incluindo o tempo, que é uma das quatro dimensões experenciaveis desse nosso universo, as outras são espaciais, as três dimensões. Agora, acredito eu que Deus tenha feito a analogia aos dias para ilustrar as separações entre os tipos de animais, e que a complexidade da vida estava contida nesse meio tempo somente de modo muito superficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu tinha apenas a intenção de externar minha ira, está feito, uma análise filosófica poderá ser feita num outro momento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-7766124682292515759?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/7766124682292515759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/10/jurassic-park.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/7766124682292515759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/7766124682292515759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/10/jurassic-park.html' title='Jurassic Park'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-4981823137111115267</id><published>2009-10-04T19:45:00.001-03:00</published><updated>2009-10-04T19:47:22.693-03:00</updated><title type='text'>Histórias do que poderia ser</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;No decorrer de minhas atividades tenho notado que,  por mais que me esforce, por mais que eu tente fazer um bom trabalho ou ser  reconhecido  por uma área mais interessante, tudo o que tenho colhido é o sabor  amargo de seguidas decepções.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Ao passo que levo adiante minha rotina,  percebo que enfrento mais e mais dificuldades e preconceitos, além, é claro, do  total abandono e descaso que o desvalorizado cargo que ocupo proporcionam. Não  consigo, face a tais adversidades, encontrar forças para continuar, quando todo  o mais me faz desejar tão somente o fim deste martírio.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Infrutíferas tentativas de mudar a situação  foram empreendidas, sem sucesso, as oportunidades que dei a meus superiores de  me ajudarem com melhores condições de trabalho foram estéreis e, no final, tudo  volta pro mesmo lugar de onde partiu: estou sozinho e sem expectativas,  desmotivado, sentindo o desperdício de minhas habilidades ser cada vez maior e  as oportunidades de mudança cada vez mais remotas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Não há, a vista destas coisas, um motivo  sequer que me prenda, nada que me faça querer retornar amanhã e continuar em tão  vazia jornada, tal um Dom Quixote, buscando incessantemente resultados que  jamais poderão ser alcançados, um sonho sem razão de ser, uma jornada solitária  na qual não existe sequer um Sancho Pança que me motive, continuo caminhando só,  sem esperança e sem rumo, como quem procura um objetivo inatingível.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;“I walk this empty street, on the boulevard  of broken dreams”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Só  me resta uma pergunta, cuja resposta eu  sei de cor, mas me recuso a acreditar:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;      &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;“O que me traz aqui todos os  dias?”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Nada, nada... Não há razão, nem mesmo uma  imaginária, que me arraste pra este calvário, quando minha vontade, o clamor de  meu corpo e alma é, tão somente, uma mudança, qualquer que seja, que me carregue  pra bem longe, através da porta, através da rua, da cidade, do estado... Que me  leve através do planeta, pelo universo, sempre mais longe, sempre,  longe...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Enquanto não encontro ou reconheço esta  realidade, sou obrigado a conviver todos os dias com tão hostil ambiente e tão  adversas circunstâncias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Meu desejo, neste caminho, é que eu consiga  entender o objetivo disto tudo, do que foi dito e do que estas linhas não podem  comportar, não existem palavras em meu extenso vocabulário que traduzam  fielmente as aflições que meu coração enfrenta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     &lt;span style=";font-family:Calibri;font-size:100%;"  &gt;Mas agora, feito este lamento, consigo ao  menos imaginar que, por um instante pude traduzir parte de meus sentimentos,  conversando com minha habilidade de escrever para poder externar o que de  tão íntimo existe: a decepção de viver todos os dias sendo menos do que poderia  ser, e aprender com isso.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-4981823137111115267?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/4981823137111115267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/10/historias-do-que-poderia-ser.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4981823137111115267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4981823137111115267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/10/historias-do-que-poderia-ser.html' title='Histórias do que poderia ser'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-8843349591122521953</id><published>2009-09-26T18:46:00.004-03:00</published><updated>2009-09-26T19:09:01.187-03:00</updated><title type='text'>Descobertas...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passei boa parte da minha vida decepcionado com minha carreira, com o que tinha conquistado profissionalmente e também com o fato de que sempre haviam pessoas com inteligência muito inferior à minha (modéstia a parte, ok?) ocupando cargos tão mais elevados que os que eu obtinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me perguntava sempre, mas quais razões levaram o patrão a escolher alguém com um português tão medíocre, carregado de tantos vícios de linguagens, que não consegue conjugar um verbo em qualquer tempo que seja, e que, além de não ser hábil em sua língua pátria, muito menos em qualquer língua estrangeira, ainda por cima não conhece absolutamente nada de atualidades, não sabe os comandos mais básicos de informática, tem dificuldades tremendas em matemática e pra completar não possui o menor interesse e vontade de aprender coisas novas, de saber mais sobre a vida, não gosta de ler, nem de escrever, só se importa com revistas de fofocas, futilidades, novelas, futebol, enfim, toda essa desgraça que existe à rodo por onde quer que se olhe a ocupar uma posição mais elevada que eu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era justo que alguém como eu, versado em vários autores da literatura clássica, conhecedor profundo de computadores, seja em nível de software ou de hardware, dotado de tão agradável nível de escrita e fala em língua portuguêsa, totalmente capaz de me comunicar em língua inglesa, que possui tamanho interesse em história, física, matemática, atualidades, tecnologia, enfim, alguém inteligente e culto, com língua de eruditos, versado ainda em direito, com conhecimentos em administração de empresas, marketing, filosofia, alguém que gosta de desafios, que aprende rápido, que tem coragem de trabalhar e não tem medo de enfrentar o que vier, ou seja, alguém que procura se sobressair e ser o melhor no que quer que faça, não achava justo que eu, com esse perfil tão aguçado, não conseguisse um cargo com boa remuneração e onde todas as habilidades que possuo fossem colocadas à prova, fossem exigidas ao máximo e incrementadas, um 'bom emprego' como me disseram certa feita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convivi contrariado com este fato por muitos anos, infernizado pelo sucesso de gente tão ignorante e medíocre ao passo que eu ficava para trás, a despeito de minha dedicação e força de vontade, até que, num belo dia, ouvi algo que foi capaz de mudar minha percepção das coisas, que foi capaz de me retirar a amargura de não haver ainda conquistado o tão sonhado sucesso profissional que me forneça condições mais agradáveis de sustentar minha família. Estava reclamando, ou melhor, corrigindo, erros de português em textos da empresa que trabalho, quando o colega da mesa ao lado, Bruno Capra, me disse: 'Cara, as empresas não querem funcionários inteligentes, elas querem funcionários que sejam especialistas no que fazem'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poxa vida, como nunca havia pensado nisso antes? Vivi tanto tempo decepcionado comigo mesmo por não colher os frutos de meu esforço em estudar e me manter atualizado, e, com tamanha simplicidade e coerência, tive abertos meus olhos para esta realidade, apesar de saber fazer muitas coisas, eu nunca fui especialista nisso ou naquilo, mas sempre soube fazer bem o que todos os outros faziam e mais outros inúmeros 'plus', algo que, pelo que parece, não é bem visto pelos patrões, que estão eles próprios longe desse nível de intelecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, nada mais me deixa abatido agora no trabalho, tenho enfrentado todo dia tarefas ridículas e repetitivas, ciente de que quem quer que esteja ocupando um cargo melhor que o meu, pelo menos onde trabalho agora, não possui o coeficiente de inteligência que eu, e que, ainda por cima, sequer desconfia de minhas inúmeras habilidades e seria capaz de supor que elas são delírio de minha cabeça e que não sou eu possuidor de todas elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era isso, achei salutar postar este pensamento tão sem modéstia, apesar de saber que quase ninguém vai levar a sério o que eu disse, mas nada disso importa, escrevo pra mim mesmo, gosto de ter uma cópia de minhas idéias pra referência futura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais, agradeço novamente ao Bruno Capra por ter me apresentado tão formosa realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-8843349591122521953?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/8843349591122521953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/09/descobertas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8843349591122521953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8843349591122521953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/09/descobertas.html' title='Descobertas...'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-6696468421955566244</id><published>2009-06-22T20:24:00.000-03:00</published><updated>2009-06-22T20:26:38.249-03:00</updated><title type='text'>E os outros?</title><content type='html'>Considero um grande problema nisso de ser anti-social ter que considerar que as outras pessoas podem perfeitamente não terem esta opção de vida. Por mais que seja idiota, isso pode muitas vezes me chatear. Não acho que todos devam viver isolados em uma bolha, nem considero que o mundo deva adotar como esporte o ir ao cinema sozinho.&lt;br /&gt;            Mas é que, por vezes, quando me sinto muito unido a alguém, passo a achar que nada mais é preciso. E é ruim a 'decepção' de saber que o outro lado (isso independente do nível de relacionamento) de fato não adota para si o meio de vida que escolhi.&lt;br /&gt;            Repito, não que eu ache que todos devam se enclausurar ou não ter amigos nem nada parecido, mas é que quando se é assim, muitas vezes as atitudes dos outros causam estranheza.&lt;br /&gt;            Veja bem: Por toda a vida estive perfeitamente habituado a ser apenas eu, eu e mais ninguém. Muitas coisas me levaram a isso, muitas pessoas tiveram forte influência na minha decisão. Chego a pensar que se as pessoas as quais me refiro não tivessem significado tamanha influencia, eu poderia ser uma pessoa diferente hoje (não que esta seja a minha vontade, pelo contrário).&lt;br /&gt;            Mas ter passado a vida toda tendo escutado de pessoas próximas que todos os seus deleites e sonhos eram 'inuteis e desinteressantes' me fez considerar que com eles ninguém jamais se importaria.&lt;br /&gt;            Mesmo sentindo falta de muitas coisas, de ter amigos de infância, de poder conversar com alguém que se conheçe há tempos sobre assuntos passados e coisas afins, acho que o modo como tudo ocorreu em minha vida não é de todo ruim, pelo contrário, acho que a pessoa que me tornei hoje é algo de bom (mesmo considerando arrependimentos passados).&lt;br /&gt;            Então voltemos ao assunto após esta breve explicação.&lt;br /&gt;            O fato é: eu não gosto de me enturmar, não sou chegado a conhecer novas pessoas, não converso com quem não tenho vontade de fazê-lo a menos que seja forçado e, principalmente, não tenho muitos amigos a quem fazer confidentes - dai a idéia de escrever, me sinto falando comigo mesmo e fico à vontade para externar  o que penso e sinto.&lt;br /&gt;            Neste ponto acho justo dizer que a palavra 'decepção' que usei anteriormente não é a mais adequada. O sentimento que me toma não é o de decepção, mas talvez algo anônimo, que eu mesmo desconheço. É como se eu procurasse na outra pessoa um espelho que me refletisse, mas tivesse como resultado uma imagem como um negativo - cores invertidas.&lt;br /&gt;            Compreendo perfeitamente que a vida de qualquer pessoa é necessariamente baseada em relacionamentos, considero também como certo de que ninguém sobrevive sem se relacionar com as pessoas a sua volta. Por isso até mesmo eu tenho meus laços. Laços que ou são muito fortes ou muito tênues. Sou extremo, sou assim com qualquer pessoa. Ou me relaciono de forma intensa ou sou superficial. Por mais que pareça estranho, gosto de ouvir as pessoas, principalmente os problemas dos outros.&lt;br /&gt;            Logo eu que me considero tão cheio de problemas. Sou um poço de compreensão a quem consegue chegar até mim e me fazer ouvir. Posso ficar horas e horas só escutando o que me contam, absorvo tudo, filtro cada palavra e tiro delas a imagem do sentimento que assola quem as profere. Gosto disso, gosto do sentimento que causo em quem me fala, penso secretamente que sou um grande egoista por isso, mas é bom ouvir os lamentos de quem está por perto e perceber que, afinal, nada está tão ruim assim.&lt;br /&gt;            Minha grande dúvida nisso tudo é: O que divide a minha atenção e minha indiferença nesses relacionamentos que consigo cultivar? Ou ainda, o que me faz ter prazer ou não em escutar alguém, o que me faz querer ter alguém por perto?&lt;br /&gt;            Pouca gente teve até hoje o 'prazer' de ter meu desejo de proximidade ou de afastamento. E o pior de tudo isso é que eu quase sempre consigo, ao ver se aproximarem demais, afastar quem quer que seja. Por vezes com meu jeito destrambelhado e distraido ou por medo de mostrar a criatura frágil e tímida que no fundo sou. Afinal, no fundo no fundo, qualquer mostra de força e hostilidade serve apenas para resguardar o frágil interior. Qualquer pessoa que queira atingir este ponto necessita muita força de vontade e disposição para passar por dissabores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Resta uma dúvida: Vale a pena?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Repito, não tenho a menor pretenção de que ninguém seja meu amigo, que ninguém seja forçado a isso ou coisa do gênero. Até por considerar que ninguém precise sofrer pra ter um amigo, oras. Amigos estão a toda esquina. Em cada bar, cada cinema, cada metro, é possível encontrar alguém não tão estranho e mais disposto a se relacionar.&lt;br /&gt;            Aliás, eu vejo a vida das outras pessoas, vejo hoje pessoas com quem me relacionei, vejo como estão, o que fazem, como levam as vidas e fico me perguntando que peso tive eu na forma como levam a vida, que modificação consegui causar. Pois acho vazio entrar e sair na vida de alguém sem deixar marcas, relacionamentos não são pra isso.&lt;br /&gt;            Desta forma fico triste ao pensar que posso ter passado pela vida de alguém sem ter feito com que ela se transormasse de alguma forma. Além do mais tenho absoluta certeza de que da mesma forma com que guardo lembranças de pessoas que sequer meu nome sabem, muitas pessoas de mim se lembram sem que eu sequer tenha conhecimento de que elas de fato existem.&lt;br /&gt;            Neste ponto existe alguma ligação com o passado que torna a memória de todos seletiva, e nisso sou igual: Guardo as lembranças mais convenientes ou as que mais deixaram marcas. Queria sim poder lembrar de mais coisas e não me esquecer de quem se lembra de mim. Mas da mesma forma como se sentem mal as pessoas que são esquecidas, também fico eu triste ao perceber que quem de certa forma teve alguma importância na minha vida de maneira alguma guarda o menor resquício de memória a meu respeito.&lt;br /&gt;            Chego a pensar sobre os motivos que levam alguém a guardar lembranças de minha pessoa ou de períodos de convivência comigo. Afinal, o que existiu de tão interessante ou memorável no breve contato que o fez digno da honra de estar presente no rol das memórias de quem quer que seja?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto escrito em fevereiro de 2008.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-6696468421955566244?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/6696468421955566244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/06/e-os-outros.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6696468421955566244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/6696468421955566244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/06/e-os-outros.html' title='E os outros?'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-3962521019063243942</id><published>2009-04-19T20:13:00.003-03:00</published><updated>2009-04-19T21:59:52.240-03:00</updated><title type='text'>Como se fala besteira no Brasil ¬¬</title><content type='html'>Bem, como eu gosto de falar mal dos outros, lá vai mais um post só pra isso, né.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já que essa semana eu li a MAIOR besteira dos últimos tempos, e lá vai, com fonte e tudo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Ah, o motivo do post. Sabia que tinha esquecido alguma coisa. A abertura do seriado é a música The Big Bang Theory, da banda canadense de rock alternativo Barenaked Ladies, e é um pesadelo para criacionistas em geral, e obviamente um deleite para qualquer um que goste de ciência."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto ridículo extraído do blog de um babaca de nome Carlos Cardoso, o endereço, pra quem goste de sofrer:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;http://www.carloscardoso.com/2008/05/17/big-bang-theory-verso-completa-da-trilha-sonora/&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora passemos aos fatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais óbvio nisso tudo que o cidadão, escritor deste 'texto', é um grande babaca e que, como se nota, sabe nada sobre o que ele chama de 'ciência'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É até difícil determinar por onde começar a refutar tão estúpidos dizeres, mas vamos pelo princípio mais básico: O que é um criacionista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, particularmente, sou monoteísta e criacionista, sou Cristão. Acredito que Deus tenha criado nosso universo, as leis que regem os eventos que observamos e também as condições que possibilitam nossa vida neste planeta relativamente pequeno localizado numa galáxia expiral comum, que foi chamada de Via Láctea devido à distribuição de poeira cósmica neste braço onde nos encontramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto posto, chamo de criacionista, ou seja, a mim mesmo, de alguém que acredita que tudo existe por obra de Deus, certo? Mas isso não tapa minha visão para as evidências que a criação deixou no universo, como, por exemplo, a radiação cósmica, que constante mente nos atinge e possibilita notarmos momentos primordiais da existência do universo, ou ainda os fósseis de seres que habitaram este planeta há bilhões de anos, muito antes de nós, que nos consideramos tão importantes, conseguirmos existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, gostaria de entender que motivos levam alguém a julgar que uma música e seu conteúdo podem, desta forma, representar um pesadelo para um criacionista como eu, que venho há algum tempo me interessando por cosmologia e astrofísica, no sentido de entender quais sejam os meios que o criador usou para formar tudo que conhecemos, o universo visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a Física tem buscado entender os momentos iniciais do universo, que provavelmente se desenrolaram há cerca de 13,7 Bilhões de anos. Avancamos muito no século passado e no decorrer deste século XXI em entender como se deram estes eventos todos, principalmente com os importantes passos que temos dado na busca de uma grande Teoria Unificada, que procura juntar as bases lancadas por Albert Einstein para a Teoria da Relatividade Geral e por Mark Plank para a Mecânica Quântica, integrando o princípio da incerteza, sempre refutado por Einstein e a famosa equação E = mc² (energia é igual ao produto da massa pelo quadrado da velocidade da luz no vácuo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que me perca no tema, voltemos ao foco inicial, falar mal desse post ridículo desse tal de Carlos Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitando o gancho deixado por Einstein, outrora citado para falar da Teoria Unificada, ressalto agora que o famoso físico Alemão, exilado nos EUA e convidado a presidir o Estado Israelense, é citado na letra da música em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sejamos razoáveis: Einstem sempre foi Criacionista, monoteista. Ao lançar as bases da Teoria da Relatividade extrita e geral, ele sempre buscava trazer à luz a verdade de que o universo como conhecemos só é possível por intermédio da intervenção de um Criador, de tal sorte que é ele o autor da célebre frase "Deus não joga dados".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E posso citar ainda outras pessoas 'que gostam de ciências', como o nosso desvalorado autor as chama, para mostrar que, na verdade, tais pessoas gostam de ciência e, 'apesar disso', são criacionistas, como eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou falar de um só, não obstante os inúmeros exemplos que poderiam aflorar neste tópico. Seu nome é Isaac Newton, um grande Físico e matemático que 'fundou' a gravidade, ao analizar seus efeitos e medir os resultados das interações entre corpos com massa, tendo descrito a constante gravitacional de Newton e postulado que a atração gravitacional é sempre positiva, proporcional à massa dos corpos e inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separa. Por muito tempo, Newton foi perseguido pela Igreja (considerada por mim a responsável por hoje eu ouvir tanta besteira por ai). Contudo, Newton nunca foi ateu, ao contrário, ele mesmo dizia que Deus pode se expressar de várias maneiras (consoante ao que diz a Bíblia, que Deus tem uma sabedoria multiforme - Efésios 3:10), e que, para expressar o universo e a vida, ele escolheu falar em uma língua muito especial, e que é universal: A Matemática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado a minha indignação, vou citar mais um Físico renomado, que também tem buscado entender a estrutura e as leis que regem os eventos no universo visível, e que, por sinal, ainda está 'vivo': Stephen Hawking. Tenho lido suas obras (coisa que o referido idiota provavelmente não tem feito, se é que o mesmo tem acesso a leitura) e notado que o mesmo tem buscado, por meio de suas pesquisas, observações e experimentos, trazer à luz os eventos de nosso universo primordial, de forma a não refutar as passagens Bíblicas sobre os fatos, de sorte que ele mesmo cita em várias oportunidades nos seus livros trechos Bíblicos, o próprio Deus e a verdade da criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, isso tudo exposto, vou citar ainda alguns trechos da Bíblia, para mostrar que mesmo tendo sido escrita há milhares de anos, há nela vestígios, por exemplo, da teoria do Big Bang, ou da grande explosão, que, como citei, ocorreu há cerca de 13,7 bilhões de anos, a partir de um estado extremamente quente e denso, onde toda a matéria se condensava em um ponto de densidade e temperaturas infinitas, uma singularidade, até que, por obra do que chamam desconhecido, mas que eu e outros físicos chamamos de Criador, a expansão começou (consoante inclusive com o citado na letra da música referida). Mas o que isso tudo tem a ver com a Bíblia? Simples, no livro de Gênesis (origens), no capítulo primeiro, versículos quatorze e quinze, conforme pode-se ver na transcrição que segue, o autor relata que Deus fez as estrelas e os astros e os colocou no que ele chama de 'expansão dos céus', conforme podemos ver no texto a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"14 -E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;15 - E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À luz de tudo exposto por mim, pretendo encaminhar esta pequena exposição para um fato interessante, que já foi abordado em outro momento, mas sem a devida dimensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente muitas pessoas tem a predisposição de considerar que um Cristão ou Criacionista está defasado no quesito razoabilidade e coerência, pelo fato de que, num passado pouco distante, a Igreja Católica, que usurpou de todo o conhecimento humano e o usou por séculos a fio tendo por escopo a manutenção de sua hegemonia política e financeira, em detrimento do avanço científico que era iminente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta visão deturpada, fruto de uma mente fechada e da história de que a Igreja Católica sempre foi atrasada (e é de fato, até os tempos atuais), e que, por conseguinte, todo Cristão também o é, causa conclusões tão medíocres e sem embasamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a Igreja Católica deixou suas raízes fortemente fixadas em nossa sociedade, causando tamanha confusão entre a ciência e religião, campos que, em minha modesta opinião, nunca deveriam ter separado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luto pra desfazer esta e outras confusões tão comuns, quero atingir resultados significantes, não só em minha geração, mas para um futuro mais racional e inteligente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falei pouco, considerando tudo que havia planejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como diz o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;slogan&lt;/span&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'BraZil, um país de tolos'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-3962521019063243942?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/3962521019063243942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/como-se-fala-besteira-no-brasil.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3962521019063243942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3962521019063243942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/como-se-fala-besteira-no-brasil.html' title='Como se fala besteira no Brasil ¬¬'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-3551624345798699706</id><published>2009-04-15T22:26:00.003-03:00</published><updated>2009-04-15T23:19:03.269-03:00</updated><title type='text'>Dodges e uma paixão</title><content type='html'>Hoje estive com muita vontade de escrever, pensei muito, como sempre o faço, em dezenas de assuntos sobre os quais poderia habilmente escrever, principalmente os que resultem das ultimas leituras que fiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como já comentei outrora, não aqui, Hawking pode esperar, pelo menos até a próxima postagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vou dedicar algumas linhas para falar sobre o livro que acabo de ler, escrito por Alexandre Badolato, alguém que admiro bastante, mais agora, conhecedor de parte de sua história com os Dodges, alvo deste pequeno ensaio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honestamente, fiquei muito contente com a qualidade e consistência do livro em questão, tanto dos impressos, apresentação, formatação e correção, quanto a propriedade e conhecimento com que o Badolato conduz os fatos e entrelaça as histórias que, devo admitir, causaram grande comoção em minha pessoa enquanto lia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que considerei algo constrangedora a comoção que me acometeu, principalmente no primeiro capítulo, já que lia no trajeto para o trabalho, ficou estranho, mas me identifiquei muito com o relato, talvez por sonhar em, um dia, me re-encontrar com o dodge que já passou pelas minhas mãos e poder, novamente, tê-lo comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperança é uma coisa engraçada, mas determinação e planejamento estratégico são, de longe, maneiras racionais de se construir algo relevante em vida, todas as histórias de sucesso que conheço possuem abundância destes dois elementos, o que não é diferente no caso de Alexandre Badolato, pelo que tenho absoluta certeza de que poderei, dentro em breve, visitar o Museu do Dodge e apreciar a grandiosidade e imponência dos veículos que estão sob a custódia do Alexandre. Sei que este momento, a concretização do projeto do Museu, coroará o sucesso de tão admirável colecionador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, considero que qualquer pessoa que anele construir algo memorável deve procurar sempre manter vivo seu sonho, mesmo em face as adversidades que servem para diferenciar os fracos daqueles que de fato atingirão objetivos grandes, que é o caso do Badolato, obviamente um belíssimo exemplar de persistência, garra, determinação e coragem, que, particularmente, admiro muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, já citei algumas de minhas leituras neste blog, mas hoje, mais do que isso, gostaria de recomendar fortemente esta história que, mais do que qualquer outra que já li, é uma odisséia completa de paixão, desencontros, coragem, muito trabalho e, como se espera nestas condições, de sucesso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns, Badolato, não só pela qualidade do livro, mas pelo formidável exemplo de vida com um propósito, coisa pouco vista neste mundinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-3551624345798699706?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/3551624345798699706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/dodges-e-uma-paixao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3551624345798699706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3551624345798699706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/dodges-e-uma-paixao.html' title='Dodges e uma paixão'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-462051229375139249</id><published>2009-04-07T23:51:00.003-03:00</published><updated>2009-04-07T23:54:37.652-03:00</updated><title type='text'>Vivendo e aprendendo</title><content type='html'>'Eubio, você precisa estudar menos, você vai ter a vida inteira pra estudar, não adianta estudar tudo de uma vez'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que quem disse isso não imagina que a vida é tão curta que não sei ainda se conseguirei estudar tudo aquilo que pretendo, e ainda, pra ajudar, estou cerca de três anos atrasado em relação ao ponto onde desejaria estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, vivemos somente enquanto temos algo relevante pra fazer, depois disso, depois de encerrado o propósito, só nos resta morrer, é pra isso que estamos aqui, viver e morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, só pra constar, sigo aprendendo, e, claro, vivendo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-462051229375139249?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/462051229375139249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/vivendo-e-aprendendo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/462051229375139249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/462051229375139249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/vivendo-e-aprendendo.html' title='Vivendo e aprendendo'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-4549011248061319598</id><published>2009-04-06T21:31:00.001-03:00</published><updated>2009-04-06T21:34:28.489-03:00</updated><title type='text'>You don´t have PhD</title><content type='html'>Na vida acadêmica infelizmente temos que nos deparar com coisas tão deprimentes e professores tão despreparados e medíocres que é quase impossível me sentir à vontade e motivado a participar ou pelo menos estar presente à aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professor, principalmente de ciências sociais, de filosofia e informática, são quase todos insuportáveis, previsíveis e nojentos. É impressionante como, quase sempre, eles conseguem subestimar à inteligência de qualquer aluno e nos tratar como fôssemos simples primários, sem qualquer domínio em quaisquer áreas que julguem dominar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, na maioria das vezes, estes 'profissionais' mal possuem culhões para ministrar uma aula decente, tem uma formação pobre, não possuem sequer um diploma de doutorado e não estão acostumados a lidar com pesquisa ou dados relevantes, possuem limitada capacidade intelectual e nenhuma habilidade para avaliação crítica de teorias ou mesmo capacidade de propor as mesmas, apenas repetem idéias (quase sempre medíocres) de outros pensadores, são como papagaios, falam o que lhes dizem, sem conseguir, a despeito disso, raciocinar sobre o que falam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repetidores desta corja quase sempre não tem habilidade para identificar quais sejam os alunos dotados do mínimo de cultura e que se sobressaem meio à massa medíocre, ao contrário, não podem ou não querem reconhecer quem, dentre eles, tenha maior capacidade intelectual do que a que ele mesmo possui, se prestam somente a se alongarem no exercício de futilidade que é repetir idéias ultrapassadas, de forma superficial e pobre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o sistema universitário brasileiro é falido, não consegue absorver e alavancar a genialidade de qualquer aluno que se sobressaia entre os demais, os docentes desta estirpe quase sempre tem uma vida que em geral é bem medíocre, mantém uma cadeira de professor simplesmente para complementar a renda miserável que seus trabalhos corriqueiros os fornecem e se aproveitam de brechas na universidade para 'lecionarem'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considero que quem deseje galgar tal posicão nesta escada, deva, pelo menos, ser dígno do cargo de que é investido, tendo mostrado, atravez de sua vida acadêmica, resultados teóricos e práticos significantes, deve possuir publicações relevantes, etc. É pena que, isto sabido, a maioria dos magisters simplesmente não tem a menor familiaridade com a vida intelectual, ou com produções relevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pior parte de tudo isso, sem dúvida, é o sentimento de prepotência que alguns destes professores carregam consigo, como fossem superiores ou estivessem em um nível mais elevado. É triste isso, não consigo considerar que existam pessoas desse nível instruindo alunos de nível superior, quando deveriam educar crianças analfabetas em creches ou instituições afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, no decorrer de minha aula ridícula escrevi este post, pra evitar o tédio e fazer o tempo passar mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regards.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-4549011248061319598?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/4549011248061319598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/you-dont-have-phd.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4549011248061319598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4549011248061319598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/you-dont-have-phd.html' title='You don´t have PhD'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-3613357356531393390</id><published>2009-04-04T10:23:00.002-03:00</published><updated>2009-04-04T11:39:52.310-03:00</updated><title type='text'>A Futilidade da Vida</title><content type='html'>A raça humana habita essa Terra há cerca de 10.000 anos, comparativamente pouco considerando a idade suposta do planeta, que está em cerca de 4 bilhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo assim, nosso planeta, composto de muitos elementos pesados, é relativamente novo se comparado com a idade atribuida ao nosso Universo, que é estimada em 13,7 bilhões de anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É simples, nos primórdios, após a grande explosão (O Big Bang), a matéria começou a se formar e se agrupar, de acordo com as leis da Gravitação propostas por Newton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os primeiros elementos surgidos foram os mais simples e leves, o Hidrogênio (matéria mais abundante do universo) e o Hélio, que se condensaram em nuvens, que após determinado período, devido à imensa atração, se superaqueceram e iniciaram os processos de fusão nuclear, onde 4 moleculas de Hidrogênio dão origem a 1 de Hélio, o que eram as primeiras estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, após esgotadas as energias destas estrelas iniciais (a energia é o Hidrogênio), elas começaram a fundir Hélio em matéria mais pesada, como Carbono e Oxigênio. Mas estas reações não foram suficientes para manter a estabilidade das estrelas, que se comprimiram à densidades quase infinitas e entraram em colapso, o que se chama de singularidade, ou explodiram, espalhando sua matéria pelo espaço, matéria esta que se re-organizou e deu origem a sistemas mais complexos, como o nosso Sol e Sistema Solar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, e nós, homens, após isso tudo, consideramos longa uma vida de 100 anos, não temos absolutamente nenhuma resistência a condições extremas, dependemos de nosso planeta pra sobreviver, como qualquer outro animal que viva neste planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto posto, não é difícil de imaginar que toda a vida é fútil e sem sentido, entretanto é preciso considerar outro fato: Os outros animais, ao contrário dos homens, não tem a capacidade de se organizar em sociedades muito complexas que interajam com outras, que as explorem e se aproveitem delas para unicamente acumular o que, de forma fútil e sem sentido, chamam de riquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante o esforço que muitos empreendem em criar 'Impérios' e dominar sobre outros homens, como se julgam superiores por acumularem mais riquezas, como querem deixar suas marcas no que chamam de 'história', e sequer se dão conta de que existe este imenso universo cheio de mistérios e segredos, que mal conseguimos medir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que nossa existência seja sem sentido ou vazia, mas temos de nos dar conta da pequenez de nossa vida, de quão frágeis e efêmeros somos. Somos apenas pessoas que moram num planeta médio, entre milhões e milhões de outros, girando ao redor de uma estrela média, como milhões de milhões de outras, numa galáxia como outras trilhões que existem somente no universo que vemos daqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia entenderemos estas questões e, então, poderemos viver em maior harmonia com nós mesmos e também com o próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 153, 153);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;'Não somos o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Que queríamos ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Somos um breve pulsar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Em um silêncio antigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Com a idade do céu...'&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-3613357356531393390?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/3613357356531393390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/futilidade-da-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3613357356531393390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/3613357356531393390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/04/futilidade-da-vida.html' title='A Futilidade da Vida'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-4284217920112150691</id><published>2009-02-14T12:48:00.004-02:00</published><updated>2009-02-14T13:00:19.605-02:00</updated><title type='text'>Be or not to be</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As vezes eu não sei se as coisas são mais engraçadas ou mais tristes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que tem sempre um pouco de cada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me pergunto os motivos de eu me interessar tanto por assuntos tão diversos, digo, fazer uma coisa, gostar de outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer dizer, o que leva alguém a querer fazer uma coisa e fazer outra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu gosto de física, de teoremas, números, cálculos, etc. Mas estudo ciências humanas. Na verdade acho que estudo, pois nem consegui minha transferência pra essa faculdade de merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado estou triste por não ter sido aprovado na prova de transferência - não por falta de conhecimentos, afinal tirei a maior nota entre todos os aprovados - não sei o que farei o ano todo, fiquei bastante chateado.&lt;br /&gt;Mas por outro lado, acho que poderei pensar bastante nessas coisas durante o ano, digo, será mesmo isso que quero pra mim? Poxa vida, me imagino fazendo coisas grandes, descobrindo coisas, lidando com números, etc. Não lidando com arquivos - respeito muito quem o faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é que quando analizo bem os fatos, vejo que sei mais de aceleradores de partículas, teoria da relatividade e mecânica quântica do que de teoria das três idades, tabela de temporalidade, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria saber o que fazer... Mas enquanto penso, a vida passa, as coisas acontecem, as pessoas mudam, eu mudo. Talvez quando souber o que fazer já não consiga mais, talvez seja tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho buscado objetivos intangíveis pra mim, coisas que não posso realizar. Só queria apoio, alguém pra debater sobre isso, queria conversar com um igual, saber que não sou só eu que me sinto assim... Não quero apostar minhas fichas, meus talentos, em um campo infértil, quero colher coisas grandes, quero ser tão grande quanto eu imaginar, não pra glória, mas pra não me sentir vazio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente eu tenho buscado exatamente o oposto daquilo que realmente gosto e quero.... Talvez tenha chegado a hora de uma virada, de começar de novo, dar um rumo certo pra minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver é engraçado, mas não quero ser motivo de piadas quando minha vida passar.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-4284217920112150691?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/4284217920112150691/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/02/be-or-not-to-be.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4284217920112150691'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/4284217920112150691'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/02/be-or-not-to-be.html' title='Be or not to be'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-2627075192519680432</id><published>2009-02-06T09:58:00.002-02:00</published><updated>2009-02-06T10:11:02.752-02:00</updated><title type='text'>Saudade</title><content type='html'>Saudade é uma palavra engraçada... E mesmo sendo eu tão desprendido, às vezes sou tão nostálgico...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico me perguntando 'onde estão os amigos que tinha há 5 minutos?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado isso, depois de um tempo todo mundo muda, as pessoas que você considera ou considerava importantes simplesmente não estão mais ali, não fazem mais parte do seu dia a dia, não 'gostam' mais de você, elas só te toleram, pra ver se você se toca e some.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dai alguém com quem você compartilharia um segredo ou pra quem você correria num momento de tristeza passa a ser alguém pra dizer bom dia, ou mais um contato no msn. E olha que digo isso com a experiência de quem tem incontáveis histórias deste tipo pra contar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então me pergunto: de que são feitas as amizades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eu ser distante e reservado, eu gosto de velhos amigos, mas isto é um problema, não tenho nem amigos direito, que dirá velhos amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota-se isso só de se ver que tenho meu blog por confidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes é chato não ter raiz, não ter um porto, um lugar. Hoje eu estou longe de praticamente todos, deixei tudo pra traz em nome de alguma coisa, estou procurando ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas acho que estou procurando saudades, e as tenho também, de mamãe, papai, meus irmãos... Sei lá, a vida é estranha. Estou feliz aqui, ao lado de alguém especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só não quero me arrepender, e não vou!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-2627075192519680432?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/2627075192519680432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/02/saudade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/2627075192519680432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/2627075192519680432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/02/saudade.html' title='Saudade'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-8265597825193773245</id><published>2009-01-30T17:07:00.004-02:00</published><updated>2009-01-30T17:26:40.880-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNQPImp6XI/AAAAAAAAAAU/s7O8UpYxg7E/s1600-h/1186673585_f.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 239px; height: 155px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNQPImp6XI/AAAAAAAAAAU/s7O8UpYxg7E/s200/1186673585_f.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297165807655709042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"E, deitado sobre a relva, chorou"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre apreciei a literatura de Exupéry, não só em 'O Pequeno Príncipe', mas também em 'Terra dos Homens'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis outro autor com o qual me identifico. Por vezes mostro meus desenhos, que não são chapéus, nem jibóias... Mas as pessoas não entendem. Paciência, nem todos tem a simplicidade no olhar, a objetividade de uma criança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não julgo, só cresci de um modo diferente, considero uma pena ter conhecido o Pequeno Príncipe já adulto, sei que suas instruções seriam valiosas na consolidação de meu caráter, mas ainda assim me considero sortudo por terem me apresentado tão interessante criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que também complico demais as coisas, que tenho uma forma incomum de raciocinar e de ver as coisas, mas não posso abrir mão disso pelo que o senso comum julga adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu aprecio as miúdezas, aprecio os detalhes, as entrelinhas, o que não interessa a ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É como eu ouvi em certa ocasião, isso aliás marcou definitivamente minha vida, ouvi este dito enquanto vivi em Uberlândia, de lá carrego marcas que irão me acompanhar por toda a vida.&lt;br /&gt;Pois bem, um sujeito, certa feita, ao ver algumas de minhas leituras, me disse:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Eubinho, você se interessa por tudo que é inútil e desinteressante"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, tenho apelido no diminutivo por ser Junior, não tenho problemas com isso, adoro o meu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o fato é que isso martelou minha cabeça por anos e anos, só Exupéry conseguiu elucidar o mistério que havia nesta frase tão singela, pelo que não culpo mais quem a formulou por te-la dito, afinal foi dita por um homem grande, era eu criança à época, apesar de quem tem a idade que tinha não gostar deste título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que aprendi foi que os 'homens grandes' só se ocupam com 'coisas sérias'. Entendi que ele, no momento, só pensava em lucros. Acabou falindo a empresa que possuia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos as considerações econômicas para um outro tempo, não quero me prender a elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, só queria poder externar minha tristeza com as coisas que me acontecem, não peço muito da vida, mas infelizmente às vezes recebo menos do que peço, recebo nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que tenho dado à vida o suficiente para que receba a retribuição justa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém acompanhar este blog vai ver que tenho considerações interessantes sobre muita coisa. Espero colocar algumas delas aqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-8265597825193773245?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/8265597825193773245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/01/e-deitado-sobre-relva-chorou-sempre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8265597825193773245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/8265597825193773245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/01/e-deitado-sobre-relva-chorou-sempre.html' title=''/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNQPImp6XI/AAAAAAAAAAU/s7O8UpYxg7E/s72-c/1186673585_f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5041363546766655275.post-523747434828773732</id><published>2009-01-30T16:49:00.002-02:00</published><updated>2009-01-30T17:03:46.603-02:00</updated><title type='text'>Decepções</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se é menos do que se espera, é comum ter de lidar com inúmeras decepções, é bom aprender com elas, saber que há mais pra se viver, mesmo que isso seja extremamente dolorido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, como cada dia só acontece uma vez, cada situação não se repete, dou graças a Deus por o dia de hoje estar perto de acabar, não que eu não goste de viver meus dias, mas alguns simplesmente me fazem sentir pior do que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, tenho amargado por anos a decepção de não ser o que deveria, tenho passado há muito por desilusões de todo tipo, mas a que se deve isso?&lt;br /&gt;Imagino que ao fato de não ter recebido apoio, de não ter sido notado. Sim, julgo que sou especial e que, infelizmente, quando foi necessário descobrir isso, ninguém estava me olhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dai eu cresci, decepcionado, desinteressado, criei um sentimento de auto satisfação &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(ok, acordo ortográfico, como fica isso?)&lt;/span&gt;, de ser completo em mim mesmo. Ignorei professores, amigos, garotas. Me lembro bem que não tenho amigos de quem me lembrar com saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vida hoje não é ruim, não pensem isso, mas eu acredito que tudo que tenho hoje é apenas uma porção mínima daquilo que realmente eu deveria ter conquistado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui privilegiado, modestia à parte, com uma mente brilhante, tenho facilidade com números, com palavras, com história... Tenho facilidade com qualquer coisa que queira fazer, mas não me interesso por nada, é tudo como fogo de palha, logo acaba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me lembro bem como foi interessante quando meu interesse foi pela história das guerras mundiais... Me dediquei por dois anos a estudar fatos engraçados sobre a história que havia além dos livros de história. Aprendi dados muito relevantes pra mim, mas que os historiadores se negam a enchergar. E não me perguntem quantas pessoas morreram nos conflitos, pra mim isto é irrelevante, não por não me importar com as vidas ceifadas, mas há muitos historiadores que tratam deste assunto macabro. Prefiro saber o que houve de bonito, de interessante, de diferente, o que, na guerra, identificava os homens como homens, além dos interesses políticos que, por falta de opção, combatiam tão bravamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Li Hitler, li Orwell, gostei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, sinto bem as atmosferas que Orwell cria em todos os seus livros, sobre como ele lida com suas decepções consigo mesmo, com o mudo e com o que havia na época. É admirável ve-lo escrever sobre a economia européia, sobre a fome, o medo, a guerra, o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me identifico com ele, gosto de sua literatura, sem romance, sem finais felizes, como a maioria dos sonhadores vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha busca, face a isso tudo, e, então, por conhecer meios que me levem a não deixar de ser sonhador, mas também a não ser iludido com tantas futilidades que este mundo passageiro nos oferta como manjares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero poder postar sempre, não só quando estiver contrariado ou decepcionado, como é o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo um trecho da música que toca:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153); font-family: verdana;"&gt;"Que angústia desesperada, minha fé parece cansada e nada, nada mais me acalma!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5041363546766655275-523747434828773732?l=historiasdoquepoderiaser.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/feeds/523747434828773732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/01/decepcoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/523747434828773732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5041363546766655275/posts/default/523747434828773732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://historiasdoquepoderiaser.blogspot.com/2009/01/decepcoes.html' title='Decepções'/><author><name>Eubio</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06881990065893835996</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_aRn_X12xMng/SYNbSkFzujI/AAAAAAAAAAg/7K6udxmQPeE/s1600-R/1165931757_f.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
